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os predadores políticos e econômicos, “e aqueles que lhes facilitam a vida”, estão sentenciando o fim do sistema multilateral
Relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), divulgado nesta terça-feira (21), em Paris, destaca a grande contribuição de seus sítios protegidos para as pessoas e o meio ambiente.
“É uma guerra que não precisaria ter acontecido. Acho que os americanos são reconhecidamente um país muito forte. Não precisam ficar demonstrando força todo dia. Muitas coisas poderiam ser resolvidas sem nenhuma morte, sem nenhuma bomba, sentados à mesa de negociação.”
“Nós queremos que as coisas aconteçam da forma mais correta possível, mas não podemos aceitar essa ingerência, esse abuso de autoridade que alguns personagens americanos querem ter com relação ao Brasil.
é um monitoramento da saúde desses animais e faz parte do Projeto Costão Rochoso, da organização não governamental (ONG) Fundação Educacional Ciência e Desenvolvimento. A iniciativa busca evidências científicas para preservação e recuperação dos costões, área de transição entre o mar e o continente.
Mais do que as intervenções artísticas, o evento este ano foca na revolução criativa, explorando como a criatividade deixa de ser apenas um dom para se tornar ferramenta estratégica em educação, negócios e sociedade.
Em um dos pontos de mergulho mais preservados e reservados do litoral do país, Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro, pesquisadores mergulhadores exploram o mar cristalino e realizam o trabalho de contagem e identificação de peixes. Como eles mesmo chamam, é um censo do fundo do mar.
Um desses artistas usa gesto e silêncio. O mímico Miqueias Paz, de 62 anos, faz do movimento do corpo as nuances da cidade. As desigualdades, a bravura de quem veio de fora, a rotina de uma nova metrópole.

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