Prisão preventiva foi decretada para “garantia da ordem pública” após convocação de vigília em frente à casa do ex-presidente; defesa alega risco à vida e pede manutenção de regime domiciliar.
Presidente da Câmara, Hugo Motta, acata pedido do relator, Guilherme Derrite, e adia análise do texto, que foi duramente criticado pelo Ministério da Justiça.
Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro cumprirá pena de dois anos com restrições, como recolhimento noturno e proibição de usar redes sociais, após acordo de delação premiada.