Ceará
Ceará
Os diretores do Instituto Castro, Antônio e Bianca, lançaram no último domingo (20) o livro bilíngue “Majju Vai à Escola”. A obra aborda a vivência escolar e os desafios enfrentados por famílias atípicas durante o processo de matrícula e inclusão educacional. Com linguagem simples e 48 páginas, o livro é voltado para crianças e adultos e está disponível nas versões física e digital.
O livro apresenta situações relacionadas à rotina escolar e às dificuldades enfrentadas por pais e filhos com deficiência, especialmente durante o processo de matrícula.
A obra também trata de questões como preconceito, adaptação, acolhimento e responsabilidade compartilhada entre famílias e instituições de ensino.
A proposta é estimular a reflexão sobre a necessidade de construir ambientes educacionais mais acessíveis, preparados e sensíveis às particularidades de cada estudante.
Com 48 páginas e linguagem simples, “Majju Vai à Escola” foi desenvolvido para alcançar tanto o público infantil quanto os adultos envolvidos no processo educacional.
A edição bilíngue amplia as possibilidades de utilização do material em atividades pedagógicas e projetos de leitura, além de facilitar o acesso de diferentes públicos ao conteúdo.
O livro está disponível nos formatos:
Antônio e Bianca são diretores do Colégio Instituto Castro, com unidades em Aquiraz e Cascavel, e da Creche Escola Tia Bianca (CETB).
Além da atuação administrativa, os dois estudam práticas de acolhimento e inclusão de crianças atípicas. A experiência vivenciada nas escolas serviu de base para a construção da obra.
O livro nasceu a partir das inquietações apresentadas por famílias atípicas e reúne situações observadas no cotidiano escolar. A intenção dos autores foi transformar experiências de acolhimento em uma ferramenta de diálogo entre pais, alunos e educadores.
O lançamento ocorre no contexto do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, data que reforça a necessidade de políticas e práticas voltadas à inclusão e à acessibilidade.
Na avaliação dos autores, a escola deve atuar para reconhecer as potencialidades de cada aluno, combater o preconceito e oferecer condições para que crianças com deficiência participem plenamente da vida educacional.