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LDO 2026: Ceará prevê R$ 19 bilhões em receitas tributárias

Alece aprova proposta com foco em saúde, educação, infraestrutura e logística.
Aprovação da LDO 2026 Ceará na Assembleia Legislativa
O texto foi aprovado por 27 votos a 9 na Assembleia Legislativa do Ceará. (Foto: Júnior Pio)

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou, na última quinta-feira (10), a LDO 2026 Ceará com previsão de R$ 19 bilhões em receitas tributárias. O texto, aprovado por 27 votos a 9, também estima R$ 11,9 bilhões vindos do Fundo de Participação dos Estados (FPE). A matéria define as prioridades da administração estadual para o próximo ano, com foco na continuidade de políticas públicas, responsabilidade fiscal e desenvolvimento sustentável.

Estimativa orçamentária da LDO 2026 Ceará projeta R$ 40,4 bilhões em despesas fixas

Entre as despesas previstas, o governo projeta R$ 23,9 bilhões para pagamento de pessoal e R$ 16,5 bilhões para manutenção da estrutura administrativa do Estado. Esses valores correspondem a mais de 70% do orçamento previsto, o que reforça a necessidade de planejamento eficiente para garantir a execução dos projetos previstos.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias é uma etapa essencial do planejamento público. Ela orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e serve como guia para o equilíbrio fiscal das contas estaduais.

Investimentos incluem Linha Leste, Eixão das Águas e novos hospitais

A Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag) estima R$ 4,5 bilhões em investimentos e aquisições públicas para 2026. Os recursos serão concentrados nas áreas de saúde, educação, rodovias e logística, com destaque para a construção de hospitais regionais em Crateús, Iguatu e Baturité, além da duplicação do Eixão das Águas.

Outro projeto destacado é a continuidade das obras da Linha Leste do Metrô de Fortaleza, considerada estratégica para a mobilidade urbana da capital. A participação do Estado na ferrovia Transnordestina também foi reafirmada como prioridade.

Debates parlamentares destacam divergências sobre as emendas

A proposta recebeu 69 emendas parlamentares, mas apenas oito foram aprovadas. A oposição criticou a rejeição da maior parte das sugestões, apontando falta de diálogo. Já a base governista argumentou que muitas das emendas eram inconstitucionais ou estavam fora do escopo da LDO.

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