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Há 18 anos, a IKNET cresce ao lado de Barbalha, conectando não apenas aparelhos, mas corações. E em 2026, a empresa reafirma essa conexão profunda com a comunidade ao homenagear os carregadores do Pau da Bandeira — aqueles que mantêm viva uma tradição que passa de geração para geração. O abadá deste ano é mais que uma peça de roupa; é um reconhecimento àqueles que carregam nos ombros a força, a fé e a identidade cultural de uma região inteira.
A história da IKNET em Barbalha é a história de uma empresa que escolheu estar presente não apenas nos momentos de crescimento econômico, mas também nas celebrações que definem a identidade de um povo. Desde sua fundação, a empresa acompanha a Festa de Santo Antônio e o tradicional carregamento do Pau da Bandeira, reconhecendo que a verdadeira conexão vai além da fibra ótica.
“A gente valoriza muito a cultura, a gente apoia muitos grupos populares, como os carregadores. Então a gente tem orgulho de fazer parte dessa história,” afirma Marília Amaro, diretora operacional da IKNET. Desde 2014, quando começou a produzir abadás para o período festivo, a empresa transformou-se em parceira indispensável da celebração, compreendendo que investir em tradição é investir no futuro da comunidade.
Em um contexto onde muitas empresas veem a cultura apenas como oportunidade de marketing, a IKNET demonstra uma postura diferente: a de quem realmente pertence ao lugar. Seus 18 anos em Barbalha não são apenas números; são histórias de atendimento humano, de técnicos que conhecem cada rua, de um compromisso que vai além do contrato de internet.
O abadá 2026 marca um ponto de inflexão na trajetória da IKNET. Ao escolher homenagear os carregadores do Pau da Bandeira, a empresa reconhece aqueles que são o coração pulsante da festa — guardiões de uma tradição que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) reconhece como patrimônio imaterial.
A homenagem da IKNET vai além do simbólico. É um reconhecimento prático de que a cultura não sobrevive sem apoio, sem empresas que entendam que estar conectado à comunidade é estar conectado ao próprio sentido de existência.