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12º Festival Alberto Nepomuceno ocupa escolas e museus em três cidades do Ceará

Com formato híbrido e programação gratuita, evento segue até 13 de junho em Fortaleza, Itapipoca e São Gonçalo do Amarante.
Festival Alberto Nepomuceno
O evento ocupa escolas públicas, o Museu de Arte da UFC (Mauc) e plataformas virtuais. (Foto: Divulgação)

Com formato híbrido e totalmente gratuito, a 12ª edição do Festival Alberto Nepomuceno (FAN) segue até 13 de junho em três cidades cearenses. Em Fortaleza, as ações acontecem no Instituto Hélio Goes e no Museu de Arte da UFC (Mauc). No interior, o festival ocupa escolas da zona rural de São Gonçalo do Amarante (distrito de Umarituba) e Itapipoca (Aldeia Tremembé da Barra do Mundaú e Assentamento Maceió). A programação também inclui encontros virtuais no YouTube.

Programação presencial

O festival abre com o Grupo de Violoncelos da UFC no Instituto Hélio Goes (Fortaleza). Em São Gonçalo do Amarante, a sanfoneira Silézia Franklin se apresenta na Escola Leonice Alcântara Brasileiro. Em Itapipoca, DJ Renatinha e Silézia Franklin se encontram em duas apresentações no Centro de Educação Infantil Maria Aldenora de Sousa e na Escola Indígena Brolhos da Terra.

No dia 13 de junho, o Mauc recebe o encontro entre DJ Renatinha e o pesquisador-colecionador Osmar Onofre, em conversa musical entre pai e filha.

Série Joias do Ceará

A edição 2026 estreia a versão virtual das “Leituras Públicas Gilmar de Carvalho” dentro da série Joias do Ceará, com curadoria da jornalista Izabel Gurgel. São três encontros no YouTube do FAN:

  • 30/5 — Virgínia Fukuda: bordado, música e memória (80 anos)
  • 6/6 — Livro “Torém: brincadeira dos índios velhos”, de Gerson Augusto de Oliveira Jr.
  • 9/6 — Leitura do livro “Tirinete – Rabecas da Tradição”, de Gilmar de Carvalho

Perfil do festival

Com direção de Cris Queiroz, o FAN se consolida como um dos primeiros festivais a ocupar a zona rural do estado, com condução majoritariamente feminina e caráter intergeracional. O evento homenageia o maestro cearense Alberto Nepomuceno (1864-1920), que abriu caminhos na música brasileira ao cruzar fronteiras entre saberes erudito e popular.

“O FAN é um dos primeiros festivais culturais que acontecem, também, na zona rural do estado. Sempre pensamos em fortalecer a compreensão de escola como um espaço de vivência artística”, afirma Cris Queiroz.

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