Projeção para o crescimento do PIB também fica estável em 2,16%, enquanto taxa Selic deve terminar o ano em 15%, aponta pesquisa semanal do Banco Central.
Em decisão unânime, Banco Central justifica a manutenção dos juros no maior patamar desde 2006 pela incerteza no cenário externo e pela inflação ainda acima da meta no Brasil.
Resultado elimina parte da alta registrada em agosto e é influenciado pelo patamar elevado da taxa de juros, que afeta decisões de investimento e consumo.