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O Dia Mundial do Café, comemorado nesta segunda-feira (14), reconhece a importância histórica, cultural e econômica de uma das bebidas mais consumidas no planeta. No Brasil, o café foi responsável por impulsionar o desenvolvimento econômico, sobretudo no estado de São Paulo, que se tornou referência na produção e exportação do grão entre os séculos XIX e XX.
A cidade de Ribeirão Preto, por exemplo, consolidou-se como um dos maiores polos cafeeiros do país, contribuindo para o avanço do comércio, da infraestrutura e da economia nacional. Mesmo com o passar do tempo e a modernização da economia, a cultura do café segue forte na região, presente em pequenas propriedades rurais, cafeterias especializadas e no hábito diário da população.
Além de sua importância histórica, o café é valorizado por seus efeitos estimulantes e por seus benefícios à saúde. A cafeína, principal composto ativo da bebida, é reconhecida por promover o estado de alerta, reduzir a fadiga e melhorar o desempenho físico e mental.
A nutricionista Rebeca Beraldo, professora do curso de Nutrição da Estácio, destaca que o consumo moderado pode trazer impactos positivos ao organismo. “O café é rico em antioxidantes e pode ajudar na melhora da concentração e na prevenção de doenças neurodegenerativas. No entanto, é importante equilibrar o consumo, pois o excesso pode provocar irritabilidade, insônia e aumento da ansiedade”, alerta.
Presente em diferentes momentos do cotidiano, o café faz parte da identidade cultural brasileira. Seja no cafezinho da manhã, durante pausas no trabalho, ou como ingrediente em sobremesas e receitas especiais, ele continua marcando a rotina e os encontros de milhões de brasileiros.