Esporte
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O Ceará atualizou, em coletiva realizada na sexta-feira (31), a situação dos jogadores que estão em recuperação no Centro de Saúde e Performance (CESP). Luizão e Rafael Ramos iniciarão a transição para a preparação física nesta segunda-feira (3), enquanto Zanocelo ainda terá quatro semanas antes de uma nova avaliação. O zagueiro Luiz Otávio está recuperado de um edema muscular e já voltou aos treinos com o grupo.
O volante Zanocelo completou 12 semanas de recuperação de uma lesão complexa no joelho direito, sofrida durante o jogo contra o Vitória, pela Copa do Nordeste.
O jogador iniciou a etapa de fortalecimento para recuperar força e já realiza atividades no campo, como corridas em linha reta. O protocolo prevê ainda quatro semanas de trabalho antes de uma nova avaliação.
Caso a evolução seja considerada satisfatória, Zanocelo poderá ser liberado para a sequência do tratamento e para o retorno gradual às atividades competitivas.
O lateral-direito Rafael Ramos iniciará a transição para a preparação física nesta segunda-feira.
O atleta se recupera de um estiramento no ligamento colateral medial do joelho. De acordo com Joaquim Garcia Filho, Rafael será entregue à preparação física uma semana antes do prazo inicialmente estipulado.
A transição representa a passagem do trabalho de fisioterapia para atividades progressivas de maior exigência física e esportiva.
O zagueiro Luizão está afastado por causa de uma tendinite patelar no joelho esquerdo. Ele já realiza trabalhos no campo com a fisioterapia e começará a transição na segunda-feira.
O jogador ainda precisará cumprir as etapas previstas no protocolo do departamento médico antes de ser liberado para atuar.
O zagueiro Luiz Otávio se recuperou do edema muscular que o tirou da última partida.
Segundo o CESP, o atleta já está totalmente recuperado e voltou a treinar com o restante do elenco.
Durante a coletiva, o coordenador do CESP, André Martins, explicou que o departamento tem trabalhado para reduzir a incidência de lesões no elenco.
Até o momento, foram registradas 15 lesões articulares, número que representa 53,5% do total de intercorrências clínicas contabilizadas na temporada.
André Martins também destacou o trabalho integrado entre as categorias de base, a preparação física e o elenco profissional. Segundo ele, o acompanhamento de cargas, os dados de GPS e o controle da recuperação entre as partidas contribuem para a evolução dos atletas mais jovens.
“Isso é resultado de muitas mãos. A performance que eles vêm apresentando no profissional é resultado de um trabalho de longo prazo e muito bem feito e integrado entre as categorias de base e o profissional”, afirmou.