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Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Lula (PT) na liderança da disputa pela Presidência da República, com 37% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, enquanto Augusto Cury (Avante) registra 10%. Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio, há empate técnico: 42% a 41%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 30 de agosto e 1º de setembro e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa foi contratada pela TV Globo em parceria com o jornal O Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07065/2026.
No cenário estimulado, os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. Lula lidera com oito pontos percentuais de vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Augusto Cury aparece em terceiro, com crescimento em relação ao levantamento anterior informado pela pesquisa.
O questionário registrado no TSE apresenta dois cenários de primeiro turno: um com 12 candidatos e outro com 13. O cenário acima não inclui Pablo Marçal (PRTB).
Na pesquisa anterior mencionada no levantamento, divulgada em agosto, Lula tinha 38%, e Flávio Bolsonaro, 31%. Augusto Cury registrava percentual inferior ao atual.
A Quaest testou cinco simulações de segundo turno. No confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista aparece com 42%, contra 41% do candidato do PL.
Como a diferença é de um ponto percentual e está dentro da margem de erro de dois pontos, o resultado configura empate técnico.
Nos demais cenários, Lula aparece numericamente à frente:
A pesquisa mostra divisão na avaliação do governo federal. A gestão de Lula é desaprovada por 48% dos entrevistados e aprovada por 45%. Outros 7% não souberam responder.
Na avaliação geral do governo, 37% consideram a administração negativa, enquanto 35% fazem uma avaliação positiva. O percentual dos que classificam o governo como regular é de 25%.
A maioria dos entrevistados avalia que a economia piorou nos últimos 12 meses. Para 49%, a situação econômica ficou pior; 29% afirmam que não houve mudança, e 19% dizem que melhorou.
Em relação aos preços dos alimentos no último mês, 67% afirmam que eles subiram. Para 22%, os preços ficaram iguais, e 9% avaliam que caíram.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07065/2026. Foram ouvidas 2.004 pessoas entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi contratado pela TV Globo, em parceria com o jornal O Globo.